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Cabruêra

Posted by Léo Nunes on 06:56




    Formada em 1998, por um grupo de estudantes da Universidade Federal da Paraíba, A banda Cabruêra- atualmente contando com: Arthur Pessoa (voz e violão), Pablo Ramires (bateria e percussão), Edy Gonzaga (baixo) e Léo Marinho (guitarra)- é a maior revelação da música paraibana.
    Não é forró, maracatu, ciranda ou embolada. Não é rock, reggae, muito menos pop. O som dos cabras da Cabruêra é nada disso e tudo isso ao mesmo tempo: Trata-se de uma mistura completa. Mais do que um simples caldeirão de ritmos, os Paraibanos apostam no experimentalismo, nas performaces cênicas no palco e na inserção de poemas de tradiçoes orais em suas canções. Nesse sentido, há o reaproveitamento da estética do cangaço, definido por Arthur Pessoa como o principal motor da "guerilha cultural" pretendida pelo grupo. "Assim como a cabra, que resiste ás secas devorando tudo o que vê pela frente, nossa intenção é fazer isso com à música".
    Há 12 anos na estrada, a Cabruêra toca para platéias de muitos idiomas, com passagens registradas pela Europa (Dinamarca, Republica Tcheca, Suiça, Itália, Holanda, Inglaterra, Alemanha, Portugal, Bélgica...), E.U.A e América Latina.
    Das salas de aula da UFPB para o Mundo!
    A extreia da banda foi durante uma calourada na faculdade de Comunicação Social da UEPB. No ano seguinte, eles participaram do Maior São João do Mundo.Em seguida, o bando Campinense participou do Festival abril pro Rock, em Recife, e foi considerada a revelação do ano pela revista Bizz e pelo jornal Folha de São Paulo. Já durante o festival , o grupo começou a receber convites para se apresentar em diversos festivais pela Europa. Dois meses depois realizaram sua primeira turnê pelo exterior. De volta ao Brasil, lançam o primeiro CD e viajam pelo país para divulgar o trabalho.




01°CD: Cabruêra (2000):


     No primeiro álbum de carreira, Os 'cabras' mostram todo o sotaque da sonoridade da Paraíba.
     Para continuar sobrevivendo em meio ás intempéries da indústria musical brasileira, Os Paraibanos tiveram que pegar seus instrumentos e partir para o sudeste. Com a intenção de cumprir uma agenda de shows mais regular, além dos trabalhos de divulgãção do disco, Os Cangaceiros se mudam, de mala e cuia, para o Rio de Janeiro. (nessa epoca, o grupo era formado por Arthur Pessoa, Fred Guimarães, Orlando Freitas, Zé Guilherme, Tom Rocha e Alex Magno)

link:  http://www.4shared.com/file/PuF3O0mi/2000_-_Cabrura.htm


02°CD: O Samba da Minha Terra (2004):


   O Samba da minha terra foi um disco que nasceu na estrada. Depois de 5 anos de shows, divulgando o primeiro disco, a Cabruêra acabou por construir o repertório deste trabalho, resultado das experiências vivenciadas nas turnês e frutos de informações recolhidas e re-processadas pelo bando ao longo desse tempo. O disco reforça o caráter experimental-percurssivo do grupo, além de ser um trabalho repleto de referências. A primeira delas é ao cinema novo, através da capa do disco que traz a fotografia das mãos de uma oleira, moradora do quilombo do talhado, comunidade que ficou imortalizada no filme ''Aruanda '', de Lindoarte Noronha. A segunda referência é a Zabé da Loca, tocadora de pífanos, que durante muito tempo morou embaixo de uma gruta no sertão Paraibano. Existe referência também ao poeta do absurto, Zé Limeira. O CD chegou a ser lançado em mais de 25 países.

link:  http://www.4shared.com/file/iYuQf8U_/Cabrura_-_O_samba_da_minha_ter.htm


3°CD: Sons da Paraiba (2005):


em " Sons da Paraíba" o grupo fez releituras de músicas de domínio público do cancioneiro popular Paraibano.



4°CD: Visagem (2010):


     Visagem sintetiza um som nordestino modernamente envolto pela música do mundo. Sentimos a nossa cultura afro brasileira pulsar, por exemplo, em "xangô ". Campina Grande é homenageada na instrumental "Feira da Prata". O projeto gráfico é um show a parte é da a exata dimensão da colcha estética que a banda paraibana vem tecendo deste que surgiu no cenário músical do país: mesclar elementos da música e da religiosidade, com uma sonoridade própria.
    O disco foi patrocinado pela petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo a cultura.
  

link:  http://www.4shared.com/file/cMsmwoTH/Cabrura_-_Visagem.htm







RAIZES:
    O nome Cabruêra se origina de um termo do cangaço, que significa bando de cabras tal qual o bando de Lampião, tendo como fundamento o próprio animal cabra e sua capacidade extraordinária de adaptação e resistência ás intempéries de áridas situações.



  A Cabruêra rompe com o estigma da pobreza, tendo como pano de fundo uma tradição de aparente conformismo. Com um som moderno que universaliza o ritmo nordestino, o bando é bem conhecido e admirado... não só pela terrinha como por onde passa!!



www.myspace.com/cabrueramusic






CABRUÊRA




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Os Pernambucanos da Nação Zumbi voltam a tocar na Paraíba!

Posted by Léo Nunes on 00:39

  Nação Zumbi, banda precursora do movimento Mangue Beat (que surgiu no início da década de 90, em Recife) é a principal atração do projeto "som das 6" , idealizado e desenvolvido pela prefeitura de João Pessoa, por intermédio da Fundação Cultural (Funjope). O Evento foi planejado para acontecer todas as sextas-feiras, a partir das 18 horas, sempre com a presença de uma atração local e outra nacional, no Ponto de Cem Réis. Essa primeira edição (09-abr-10), contará com Chico Corrêa e Eletronic Band (O grupo apresenta uma fusão de ritmos regionais, numa mistura no minimo inusitada... utilizando para isso o maracatu, à embolada e o baião, com 'pegadas' eletrônicas) representando a Paraíba.
   
   Marco da música pop brasileira, com 17 anos de carreira e contando com Toca Ogan  e Gilmar bola 8 (na percussão), Dengue (no baixo), Pupillo (na bateria), Lucio Maia (na guitarra) e Jorge Du Peixe (no vocais), a Nação Zumbi é à banda mais "inventiva" ("ciranda psicodélica", "baião cyberdélico" , "coco dub", " frevo trava perna"- são alguns dos ritmos descobertos/inventados/aperfeiçoados por eles!) do Brasil!


(ACONTECE HOJE E ACONTECIA NO SERTÃO
 QUANDO UM BANDO DE MACACO PERSEGUIA LAMPIÃO
 E O QUE ELE FALAVA, OUTROS HOJE AINDA FALAM
 "eu carrego comigo: Coragem, dinheiro e bala!")

Trecho de "Banditismo por uma questão de classe"


EM TEMPOS DE INFLUENZA 'A'... TOME UMA INJEÇÃO DE CULTURA! (que é mais futuro!!)

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